Todos os dias, a Merit Medical se esforça para entender as necessidades dos médicos, inovar e fornecer dispositivos médicos de alta qualidade que melhorem o atendimento ao paciente.
Por trás desse trabalho importante está uma equipe de inovadores, funcionários que levam nossa missão ao próximo nível, inventando soluções para os desafios clínicos mais difíceis.
CONHEÇA RACHEL OBERG
Gerente de P&D
10 anos de inovação na Merit
Qual é a patente que você possui na Merit?
Tenho muitas patentes na Merit, principalmente relacionadas com Endoprótese impermeável a células WRAPSODY® dispositivo e sua estrutura exclusiva de três camadas.
Isso inclui a rotação e a eletrofiação das fibras dentro dessas camadas, necessárias para o funcionamento do produto.
Qual população de pacientes suas invenções beneficiam?
A maioria das minhas invenções, incluindo meu trabalho no WRAPSODY, concentra-se no tratamento de pacientes com obstruções ou bloqueios vasculares, geralmente resultados de doença renal em estágio terminal e seus muitos problemas de saúde relacionados.
O WRAPSODY, em particular, é um stent autoexpansível colocado no vaso do paciente para ajudar a abri-lo e manter o fluxo sanguíneo necessário para o tratamento de hemodiálise.
Qual foi a inspiração para este produto?
Como mencionado, o WRAPSODY possui três camadas. Para uma delas, queríamos encontrar uma nova maneira de fabricar PTFE (um revestimento antiaderente usado em diversas indústrias) que fosse biocompatível, ou seja, seguro para uso no corpo.
O que torna este produto especial?
Nossa busca por um PTFE biocompatível levou nossa equipe a desenvolver um novo método para criá-lo, especificamente para revestimentos de dispositivos médicos. Ele é biocompatível, resistente a trombos (coágulos sanguíneos) e foi desenvolvido para reduzir a inflamação.
Tanto o trombo quanto a inflamação podem contribuir para a obstrução do fluxo sanguíneo em um stent de diálise e, portanto, resultar em tratamento inadequado. Portanto, a camada de PTFE que desenvolvemos para o WRAPSODY pode ajudar os pacientes submetidos a esse tipo de tratamento.

Qual foi seu maior desafio ao inventar este produto e como você o superou?
O maior desafio foi tentar descobrir como atingir concentrações nas quantidades certas para criar o produto — e depois repeti-lo.
Exigiu muita tentativa e erro, além de documentar o que funcionou e o que não. Como dizem: "Se você escrever, é ciência. Todo o resto é só brincadeira."
Como inventor, quem é seu modelo e por quê?
John Hall, vice-presidente executivo de tecnologias de materiais avançados da Merit, e Wayne Mower, vice-presidente de pesquisa e desenvolvimento da Merit, são meus modelos.
Eles me ensinaram tudo o que sei e me deixaram experimentar em laboratório por vários anos, tentando decifrar esse quebra-cabeça de produto. O apoio deles me levou a descobrir soluções que proporcionam melhores cuidados de diálise aos pacientes, e sou grato por isso.